Roraima tem índios, minérios e o tamanho da Inglaterra

novembro 16, 2008

AGÊNCIA AMAZÔNIA

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Roraima ocupa apenas 2,7% do território brasileiro, mas sua extensão de 225 mil Km2corresponde à área da Grã-Bretanha. Seus buritizais, igarapés e cachoeiras estão em álbuns, revistas, cadernos escolares e na internet. 

Roraima ocupa apenas 2,7% do território brasileiro, mas sua extensão de 225 mil Km2 corresponde à área da Grã-Bretanha. Seus buritizais, igarapés e cachoeiras estão em álbuns, revistas, cadernos escolares e na internet. Entre as belezas naturais, destaca-se o Parque Nacional do Monte Roraima (2.227 m de altura), nome da montanha mais alta do País. 
Floresta, campos gerais e o Planalto das Guianas constituem Roraima, estado que se limita com o Pará e Amazonas, faz fronteira com a Venezuela e a Guiana (ex-inglesa) e tem uma população superior a 391 mil habitantes, em sua maioria (mais de 242 mil) concentrada em Boa Vista. a capital. 

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Roraima…

novembro 9, 2008

 

Comentário feito sobre o post “RORAIMA: COISAS MUITO ESTRANHAS!“, no site midia independente.

(…)A desgraça de Roraima, é ser “apenas” a MAIOR PROVÍNCIAL MINERAL já descoberta no planeta, conforme as pesquisas do DNPM e as pesquisas de satélites. Empresas mineiradoras estrangeiras, com aviões equipados de magnetômetros, frequentam o aeroporto de Boa Vista, onde permanecem 15/20 dias, em vôos diários.(…)

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Conheça Roraima

novembro 9, 2008
Maravilhas naturais.
Monte Roraima
Monte Roraima

Monte Roraima
Monte Roraima

Pedra Pintada
Pedra Pintada

Fotos: Internet

Em breve mais fotos.

UPDATE – 23/JUL/2009

Boa Vista -Capital-
Boa Vista -Capital-
Homenagem ao Garimpeiro
Homenagem ao Garimpeiro

Homenagem ao Garimpeiro
Homenagem ao Garimpeiro
Orla da capital
Orla da capital
Monte Roraima
Monte Roraima
Portal do Milênio
Portal do Milênio
Catedral
Catedral

Fotos: Internet

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AQUECIMENTO GLOBAL – Aspectos Regionais e Locais

outubro 30, 2008

Segundo os estudos divulgados em 02/02/2007 em Paris, pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima), nos próximos 100 anos a temperatura média do planeta aumentará de 2,0 a 4,5 °C.

As previsões para a América do Sul são de quebra de safras, causadas principalmente pela maior irregularidade e menor quantidade de chuvas; aumento de doenças, e aceleração da extinção de animais e plantas. O aumento da temperatura média do ar no continente será de 1,5 a 2,0 °C até o ano de 2040. Baseado nestas estimativas, uma pessoa que tenha nascido em Boa Vista em 2000, iniciou sua vida nos atuais 27,8 °C de temperatura média do ar (anual) e experimentará, ao longo de sua vida, temperaturas médias anuais cada vez mais próximas de 30 °C. O que dizer das temperaturas máximas, que hoje estão em torno de 38 °C e poderão ultrapassar 40 °C em 2040?
Embora ainda não calculados, certamente os impactos econômicos já atingem o cidadão, o Governo e a iniciativa privada. Hoje já se gasta mais energia para manter a temperatura ambiente agradável em hospitais, escolas e repartições públicas que no tempo da infância de nossos avós. E o que é pior, isto tende a piorar. Silenciosamente, os custos de vida tenderão a aumentar junto com a temperatura. Mas os impactos não param por aí.

Roraima já sofreu com dois drásticos e recentes eventos de El Nino: (a) 1997/98; o mais forte do século XX e (b) 2002/03. No extremo norte da Amazônia brasileira, onde Roraima está inserido, a conseqüência climática mais evidente foi a antecipação e o prolongamento da estação seca. Nestes períodos de secas intensas e longas, os níveis de água de igarapés, rios e lagos são fortemente afetados, influenciando diretamente na disponibilidade de água para irrigação de lavouras e para a pecuária. Como conseqüência das mudanças climáticas, a variação da intensidade e duração do período chuvoso deverá levar a maiores riscos de quebra de safras agrícolas impactando o agronegócio.

Numa resposta natural à seca, as florestas perdem folhas, diminuem o seu crescimento e transpiração (e evaporação) para a economizar água. Com a seca, a umidade relativa do ar e a umidade do material depositado sobre o solo da floresta (galhos, folhas, troncos mortos), também diminuem. Esta situação coincide justamente com o período de maior insolação e ventos, conhecido como o período de “verão” em Roraima. As queimadas na agricultura, encontrando condições semelhantes aquelas dos anos de El-Niño, baixa umidade do ar e alta temperatura, poderão dar origem a novos incêndios florestais, talvez de maiores proporções, tornando cada vez mais escassas as matérias primas florestais, afetando também a biodiversidade e o estoque de água subterrâneo.

Apresentadas algumas prováveis conseqüências das alterações climáticas para Roraima, baseadas em inferências sobre o relatório do IPCC que contempla dados gerais para a América do Sul, é importante provocar uma última questão: Como o desenvolvimento do Estado poderá seguir caminhos de precaução em relação a estas alterações climáticas que já vêm afetando os nossos recursos naturais, a economia e a qualidade de vida da população? Precisamos refletir e criar soluções responsáveis para o futuro. Se observarmos bem, ele já está se fazendo presente!

Autores:
Haron Abrahim Magalhães Xaud 1
Maristela Ramalho Xaud 1
Reinaldo Imbrozio Barbosa 2

1 Pesquisadores da Embrapa Roraima
2 Pesquisador do INPA


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