Morte de dono leva papagaio a tomar antidepressivo

novembro 21, 2008

TERRA

Um papagaio-cinza tem sido medicado com antidepressivo depois que o seu proprietário morreu na Inglaterra, há nove meses, informa o The Sun. De acordo com o jornal, Glum Fred estaria deprimido com a perda do seu dono, o britânico George Dance.

O animal passou a arrancar as penas do pescoço e a balançar a cabeça para cima e para baixo, sintomas possíveis de trauma psíquico.

Especialistas acreditam que Glum Fred entrou em profunda depressão e não consegue entender os motivos do desaparecimento de George, que o cuidou desde filhote. Segundo veterinários, as aves tropicais são muito emotivas.

“Ele está neste estado desde que o meu marido morreu. Fred e George eram muito próximos”, afirmou a viúva, Helen, ao The Sun. No entanto, o animal apresentou uma melhora depois que começou a tomar duas doses diárias de antidepressivo líquido.


Exercício físico não tem efeito sobre a depressão, afirma estudo

outubro 22, 2008

NICHOLAS BAKALAR Do New York Times – Site G1

Pessoas que não gostam de se exercitar têm tendência a serem mais depressivas.
No entanto, não há uma relação de causa e efeito entre as duas coisas.

Muitas pessoas têm certeza que os exercícios físicos melhoram o humor, e estudos têm sugerido que a prática de exercícios é quase tão eficaz quando antidepressivos no alívio de sintomas de depressão. Porém, um novo estudo descobriu que até mesmo pessoas fortes que se exercitam têm menos tendência a se sentirem depressivas e ansiosas, e isso provavelmente não ocorre porque eles se exercitam.

Pesquisadores holandeses estudaram 5.952 gêmeos do Registro de Gêmeos dos Países Baixos, assim como mais 1.357 irmãos e 1.249 pais, todos com idade entre 18 e 50 anos. Os pesquisadores registraram dados sobre a freqüência e a duração dos exercícios e usaram escalas bem variadas para descobrir sintomas de depressão e ansiedade. O estudo foi publicado no The Archives of General Psychiatry.

Estudar os gêmeos permitiu aos pesquisadores distinguir entre fatores genéticos e ambientais, e descobriram que a associação do exercício físico à redução da ansiedade e sintomas depressivos pode ser explicada geneticamente: pessoas sem inclinação aos exercícios também tendem a serem depressivas. Uma coisa não causa a outra.

Isso não significa que a prática de exercícios é inútil para aliviar sintomas depressivos. “Exercitar-se ainda pode ser benéfico para pacientes que estão sendo tratados contra um distúrbio de ansiedade ou depressivo”, disse Marleen H. M. de Moor, principal autora do estudo e doutoranda em psicologia da VU University Amsterdam. “Mas não conseguimos encontrar evidências para um efeito causal na população como um todo.”


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