“Quem não ouve com paciência não decide com precisão.”
Aureliano Chaves
Ouvido direito é mais eficiente, indica estudo
julho 4, 2009

Segundo a pesquisa, publicada na revista científica Naturwissenschaften, isso acontece porque as informações que chegam ao ouvido direito são levadas ao lado esquerdo do cérebro, que é reconhecidamente mais eficiente no processamento de pedidos.
Em um primeiro levantamento realizado pelos pesquisadores, 286 frequentadores de discotecas foram observados enquanto falavam com música alta no fundo. No total, 72% das interações aconteceram no ouvido direito da pessoa.
Na segunda etapa da pesquisa, os pesquisadores falaram palavras sem sentido e indistinguíveis no ouvido das pessoas, esperando que elas oferecessem o ouvido direito ou esquerdo para poder ouvir melhor. Os autores do estudo observaram, então, que 58% das pessoas ofereceram o ouvido direito, enquanto 42% ofereceram o esquerdo.
Na terceira parte, os pesquisadores pediram cigarros falando a qualquer um dos ouvidos das pessoas e receberam mais cigarros das pessoas que escutaram o pedido pelo ouvido direito do que pelo esquerdo.
Pensamento
abril 7, 2009A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original.
Albert Einstein
Maus tratos na infância podem reprogramar gene, diz estudo
fevereiro 24, 2009
Sofrer maus tratos durante a infância pode provocar a reprogramação de alguns genes, deixando a vítima mais vulnerável a doenças mentais e suicídio, sugere um estudo canadense publicado na revista especializada Nature Neuroscience.
Análises de tecido do cérebro de adultos que se suicidaram revelaram mudanças genéticas fundamentais entre os que tinham sofrido maus tratos quando crianças.
De acordo com os cientistas, o estudo reforça o resultado de pesquisas anteriores, que mostraram que maus tratos durante a infância estão associados a uma reação mais intensa em situações de estresse.
Mas ainda não se sabe exatamente como fatores externos interagem com os genes e contribuem para a depressão e outros problemas mentais na fase adulta.
A equipe de pesquisadores da Universidade McGill, em Montreal, examinou o gene para o receptor glicocorticóide – que ajuda a controlar a resposta ao estresse – em uma região cerebral específica de 24 vítimas de suicídio, sendo que metade deles havia sofrido maus tratos quando criança.
Neste grupo, os cientistas encontraram alterações químicas que reduziram a atividade do gene. A redução levou a produção de menos receptores glicocorticóides, o que levaria a uma resposta de intensidade acima do normal ao estresse, segundo o estudo.
Pensamento
dezembro 8, 2008Tolo é aquele que afundou seu navio duas vezes e ainda culpa o mar.
Publilus Syrus
Áreas de Estudo da Biologia
dezembro 8, 2008
Biologia (do grego βιος – bios = vida e λογος – logos = estudo) é a ciência que estuda os seres vivos. Da mesma forma com que existe uma gama enorme de espécies de organismos vivos, existem também vários ramos da biologia destinados a estudar cada grupo dessas espécies e as relações existentes entre as mesmas. O estudo da vida nas mais variadas escalas abrange amplas áreas que são consideradas, na maioria das vezes, como disciplinas independentes, mas que de uma forma ou de outra, estão interligadas.
Vejamos as subdivisões do estudo da biologia:
- Anatomia: Estuda as estruturas internas e externas do corpo humano e as formas de organização das células, tecidos, órgãos e sistemas.
- Botânica: É destinada a estudar as plantas e algas, abrangendo o crescimento, o desenvolvimento, a reprodução, o metabolismo e a evolução desses vegetais, além de estudar também as doenças que os atingem.
- Citologia: Analisa as células dos seres vivos, assim como suas formas de organização, funções, estruturas e importância para os mesmos.
- Ecologia: Estuda as relações existentes entre os seres vivos e o meio ambiente, assim como as relações estabelecidas entre um ser vivo e outro.
Pensamento
dezembro 7, 2008Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música.
Aldous Huxley
Felicidade pode ser ‘contagiosa’, aponta estudo
dezembro 7, 2008
Usando análises estatísticas, os pesquisadores Nicholas Christakis, da Escola de Medicina de Harvard, e James Fowler, da Universidade da Califórnia, mediram como as redes sociais estão relacionadas com a sensação de felicidade de uma pessoa.
Segundo os dados do estudo, a felicidade de uma pessoa pode “contagiar” aqueles com quem ela se relaciona.
“Mudanças na felicidade individual podem se propagar em ondas de felicidade pela rede social e gerar grupos de felicidade e infelicidade”, diz o estudo.
E mais, não são apenas os laços sociais mais imediatos que têm impacto nestes níveis de felicidade, o sentimento consegue atingir até três graus de separação (amigos de amigos de amigos).
“Pessoas que estão cercadas de pessoas felizes e aqueles que são centrais nessas redes de relações têm mais tendência a serem felizes no futuro”.
A pesquisa aponta que estes grupos de “felicidade” resultam da disseminação desse sentimento, e não são apenas resultado de uma tendência dos indivíduos se associarem a pessoas com características similares.
Escrito por P. B. 






